bradesco 1O Bradesco foi condenado a indenizar em R$ 100 mil um bancário baiano que foi sequestrado com a esposa na residência, mantido refém sob a mira de pistolas, e que foi obrigado a abrir caixa forte e o cofre da agência bancária. A condenação de pagamento de indenização por danos morais foi proferida pela Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que deu provimento ao recurso do autor da ação e aumentou a condenação, que antes fora proferida em R$ 50 mil, para R$ 100 mil. O autor da ação foi admitido como auxiliar bancário em março de 1980 pelo antigo Banco do Estado da Bahia (Baneb), que foi incorporado pelo Bradesco. O assalto aconteceu em 1999, em Pojuca, região metropolitana de Salvador. De acordo com os autos, dois assaltantes renderam ele a esposa em casa, à noite, com ameaças de morte. Ele e o gerente foram obrigados a abrir o cofre da agência. O bancário afirmou que o fato lhe causou depressão, e acusou o banco de indiferença diante da situação. Em primeira instância, o banco foi condenado a pagar R$ 500 mil de indenização. O Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA) reduziu o valor para R$ 50 mil.

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