banco_do_brasil-300x196Na terça-feira, 06 de outubro, quem entrava na agencia do Banco do Brasil de Carinhanha, no oeste da bahia, já deparava com alguns panfletos colados em alguns locais da agencia com a frase: Estamos em Greve, mas até então não causou tanto impacto nos clientes pelo fato dos caixas eletronicos estarem abastecidos e os clientes estavam sacando o dinheiro normalmente nos caixas eletronicos, mas a alegria durou pouco, pois na manhã desta quarta-feira(07) os clientes não obteram exito, uma vez que encontraram os caixas eletronicos sem dinheiro e uma pergunta ficou no ar: Será que só vão abastecer os caixas depois que retornarem da greve?

Em Malhada, no sudoeste da bahia, a situação é ainda mais constrangedora, pois os bancários resolveram deixar tudo lacrado, ou seja, os clientes não puderam nem ter acesso aos caixas de autoatendimento, o que deixará os clientes de mãos atadas.

A greve que iniciou no último dia 06, não tem previsão de retorno, pois a decisão faz parte das estratégias traçadas para o movimento grevista, que será por tempo indeterminado.

A greve acontece após cinco rodadas de negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos. Os representantes patronais não atenderam às reivindicações da categoria no que diz respeito às cláusulas de saúde, condições de trabalho, igualdade de oportunidades e também às cláusulas econômicas. O reajuste salarial proposto pelos bancos foi de apenas 5,5%, índice que sequer cobre a inflação do período de data-base, que é de 9,88%, de acordo com o INPC.

Lembrando que ao todo, 6.251 agências de bancos públicos e privados, além dos centros administrativos, paralisaram suas atividades, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
Os bancários pedem reajuste salarial de 16% com piso de R$ 3.299,66.

Redação: www.mediosaofrancisco.com

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