Arthur Maia

Pelo segundo ano consecutivo, o deputado Arthur Oliveira Maia (PPS/BA) aparece na relação dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional. A pesquisa chamada de “Cabeças do Congresso” foi divulgada nesta quarta-feira (03) pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Maia é vice-líder do governo Temer e foi relator de importantes projetos como a Lei do Antiterrorismo e a Lei de Responsabilidade das Estatais.

Anualmente, a lista contempla 100 parlamentares chamados de “Elite do Congresso”, selecionados por seu protagonismo no Legislativo e atuação de real influência no processo decisório do Parlamento. Apenas sete baianos, entre senadores e deputados, integram a lista.

“Fico muito honrado com o reconhecimento de todo o nosso esforço em Brasília. Este tem sido um ano de forte embate político, que culminou no afastamento da presidente Dilma. Apesar de toda a crise que nosso país vem enfrentando, acredito que dias melhores estão por vir. Vou continuar empenhado, contribuindo para o desenvolvimento da minha Bahia e ajudando o Brasil a crescer”, destacou.

Formulador

Segundo o Diap, os “cabeças” do Congresso são aqueles que conseguem se diferenciar dos demais e influenciam nas tomadas de decisão pela capacidade de conduzir debates, negociações, votações e articulações. Entre os critérios definidos estão posição institucional, reputação e capacidade de liderar.

Na pesquisa, o Diap definiu a característica principal de cada parlamentar escolhido. O deputado Arthur Maia, por exemplo, foi classificado como um parlamentar formulador, considerado, assim, dos mais produtivos da Casa.

Segundo a pesquisa, o debate, a dinâmica e a agenda do Congresso são fornecidos basicamente pelos formuladores, que dão forma às ideias e interesses que circulam no Congresso.

A seleção

O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) – uma organização não-governamental composta por representantes de 900 entidades sindicais do País e que se dedica a acompanhar a atuação dos três poderes da República.

A pesquisa sobre os “cabeças do Congresso” é produzida desde 1994, por meio de entrevistas com os próprios parlamentares, jornalistas, assessores, cientistas e analistas políticos.

Segundo a instituição, é feita uma análise criteriosa das atividades profissionais, dos vínculos com empresas ou organizações econômicas ou de classe, da formação e vida acadêmica, além de levantamentos de pronunciamentos, apresentação de proposições, resultados de votações, intervenções nos debates do Legislativo, frequência de citações na imprensa, entre outros.

Íntegra do levantamento: http://www.diap.org.br/images/stories/cabecas_2016.pdf


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