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Nesta sexta-feira, 28 de novembro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que os consumidores brasileiros vão voltar a pagar a taxa extra das bandeiras tarifárias a partir do mês de novembro do corrente ano(2016), uma vez que a partir do referido mês a bandeira de cor amarela passará a vigorar e, assim sendo, estará implicando na cobrança extra de R$ 1,50 para cada 100 kWh de energia consumidos.

Vale lembrar que no mês de abril do corrente ano a referida taxa havia sido suspensa, quando passou para a cor verde pela primeira vez desde janeiro do ano passado(2015), mês este em que o sistema entrou vem vigor.

Com esta decisão, a bandeira permaneceu verde por cerca de sete meses, ou seja, até outubro deste ano. Em nota, a Aneel jusficou a mudança alegando que “a condição hidrológica está menos favorável” no país. Isso significa que a falta de chuvas levou à redução no armazenamento de água nos reservatórios das hidrelétricas e, como consequência, foi necessário acionar um número maior de térmicas (usinas que produzem eletricidade por meio da queima de combustíveis) para atender à demanda por energia no país.

Com o objetivo de arrecadar recursos que vão cobrir o custo extra com o uso de termelétricas foi criado o sistema das bandeiras tarifárias. Isso é necessário porque elas geram energia mais cara que as hidrelétricas. As primeiras a ser acionadas são as termelétricas com custo de produção mais baixo. Conforme aumenta a necessidade, o governo determina o funcionamento das mais caras.

As bandeiras acompanham esse evolução. Quando há pouca ou nenhuma necessidade de geração por termelétricas, a bandeira fica verde e não há cobrança extra. Se essa necessidade aumenta um pouco, a bandeira fica amarela e passa a ser cobrado dos consumidores R$ 1,50 para cada 100 kWh consumidos.

Quando o custo com o uso dessas usinas sobe muito, a bandeira fica na cor vermelha, que tem dois patamares, e há uma cobrança extra nas contas de luz de R$ 3 ou R$ 4,50 para cada 100 kWh usados.bandeira-amarela

Redação: www.mediosaofrancisco / informações Fábio Amato Do G1, em Brasília

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