(Foto: Beto Oliveira/Câmara dos Deputados/Arquivo)

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Como é de conhecimento de todos, na tarde da última quinta-feira, 19 de janeiro, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, teve sua vida ceifada na queda de um avião no mar próximo a Paraty, próximo a Ilha Rasa, na Costa Verde do Rio de Janeiro, matando, também, outras quatro pessoas. O mesmo saiu de São Paulo para Paraty (RJ) e morreu aos 68 anos.

Teori era o relator da Operação Lava-Jato no Supremo. Ele havia interrompido as férias nos últimos dias para analisar os acordos de colaboração premiada dos executivos da Odebrecht. Teori era o responsável por todos os processos da operação que chegam ao STF, envolvendo políticos e diretores das empresas investigadas. O ministro estava no Supremo desde 2012 e deixa três filhos.

Vale ressaltar que com a morte do ministro Teori Zavacki, o destino da Lava-Jato no Supremo ficou incerto e as apurações deverão atrasar. O Regimento Interno da corte determina que, em caso de morte, os processos devem ser herdados pelo substituto, que será escolhido pelo presidente Michel Temer. No entanto, um outro artigo do regimento afirma que “em caráter excepcional”, a presidente do tribunal, ministra Cármen Lúcia, poderá sortear o processo para outro ministro que já integra a corte.

O ministro estava prestes a homologar as delações premiadas de ex-executivos da Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato.


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